Durante a vida, é comum passarmos por dificuldades que desafiam nossa capacidade de superação. Seja no campo da saúde, financeiro, profissional, emocional ou familiar, nos deparamos muitas vezes com problemas que parecem insolúveis, por tão complexos que se apresentam. Nesses momentos de aflição e angústia, podemos sentir a necessidade profunda de um norte, uma força que ilumine nossos caminhos e nos ampare nos embates decisivos, com serenidade e equilíbrio. Sentimos a importância de encontrar a Esperança.
Em um fraterno contraponto à crença de que “a Esperança é a última que morre”, Paiva Netto afirma veementemente que o poder de tão nobre sentimento é, na verdade, infindável. Com o diferencial da Espiritualidade Ecumênica, marca registrada do autor, ele nos apresenta a Esperança como Jesus, Celeste Provedor da humanidade. A partir das lições eternas de perseverança e misericórdia contidas no Evangelho-Apocalipse, o leitor encontrará em A Esperança não morre nunca um verdadeiro compêndio de fortalecimento e conforto, que direciona o coração, capítulo a capítulo, pelo caminho da “crença inderrotável em dias melhores”. São palavras repletas de conhecimento espiritual, que visam a iluminar a compreensão humana sobre como acontece o amparo de Jesus nos momentos mais difíceis da vida.
Os Mortos Não Morrem
O mistério da morte sempre intrigou as civilizações do mundo, que prestam suas reverências ao desconhecido.
Do que se trata?
O que de fato ocorre após ela?
Existe o Além?
É possível interagir com ele?
Eis que um acontecimento mudou a História: Jesus, o Rabi da Galileia, ressuscitou, derrotando o que assombrava os povos. A partir desse fato singular, Paiva Netto lança luz às indagações fundamentais da existência e exclama: Com a Ressurreição do Cristo, a morte deixou de ser o lúgubre ingresso para o Nada. Quando o Celeste Amigo revelou o Túmulo Vazio, acabou com os impossíveis!
Você já ouviu falar em fenômenos psi e transcomunicação instrumental? Sabia que o livro A República, de Platão, registra uma experiência de quase-morte? A morte é um boato, consequentemente os mortos não morrem, incluídos os Irmãos ateus materialistas. Diminuir a relevância desse fato, que atinge de forma inexorável os seres humanos, seria negar a realidade.